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| Visão Espírita | |||||
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Suicídio
Para Allan Kardec e seus seguidores, a incredulidade, a simples dúvida
em existências futuras e as idéias materialistas são
os maiores provocadores do suicídio. A espiritualização
de toda a sociedade seria o antídoto mais eficaz contra essa
prática, por sua própria visão da existência,
que compreende: 1) O homem não é apenas corpo físico,
sua verdadeira essência é o Espírito; 2) O Espírito
é criado por Deus, que criou todos com os mesmos direitos e deveres
para progredirem e serem felizes; 3) Tudo o que colhemos é fruto
do que plantamos - o sofrimento é resultado de nossos próprios
erros presentes ou passados; 4) A vida é excepcional oportunidade
de crescimento - e Deus nos dará quantas oportunidades forem
necessárias; 5) O tempo é benção máxima,
capaz de resolver de forma eficiente, todos os problemas. Buscar esse tipo de solução para qualquer crise, na visão espírita, é um meio equivocado, pois acaba trazendo ao suicida ainda mais transtorno. Depoimentos de espíritos que se suicidaram, diz Kardec, demonstram que seus problemas continuam depois da morte 'física', com agravantes. A persistência do laço que une o espírito ao corpo
seria mais longa, provocando a perturbação do espírito,
que pensaria ainda estar entre os vivos. Esse estado de angústia
poderia, em alguns casos, durar tanto tempo quanto a vida que interrompera. A tendência para o suicídio pode ser reflexo de atavismo
-a pessoa já o teria cometido em vidas passadas e agora ressurgiria
essa inclinação - ou influências obsessivas, que
induziriam ou incentivariam o suicídio. Confiar no Amor de Deus,
na Caridade de Jesus - eis o meio mais eficaz para administrar crises,
por mais perturbadoras que possam parecer. É o que prega o Espiritismo.
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