Visão Espírita

Aborto

De acordo com "O livro dos espíritos", a união da alma ao corpo começa na concepção, ou seja, na fecundação e completa-se na ocasião do nascimento. Desta forma, o abortamento é um atentado contra uma vida que está se formando, sendo, portanto, considerado uma transgressão à Lei Divina.

A gravidez é sinal de que a um espírito foi dada a oportunidade de encarnar na Terra para evoluir e resgatar seu passado culposo. Assim, por mais indesejável que seja, uma gravidez nunca é casual e deve ser aceita e valorizada, pis estará sempre dentro dos desígnios divinos.

No Brasil, o aborto só é permitido por lei em dois casos específicos: quando a mãe corre risco de vida e quando da eventualidade de um estupro. A Doutrina Espírita é concordante com a legislação brasileira apenas no primeiro caso, já que este envolve o direito de vida da mãe. "Preferível é que se sacrifique o ser que ainda não existe a sacrificar-se o que já existe", revela "O livro dos espíritos".

Para a Doutrina Espírita, o fato de a gestação ser decorrente de uma violência não justifica o aborto, ainda que a mulher não se sinta com estrutura psicológica para criar o filho. Neste caso, recomenda-se que a mãe ofereça a criança à adoção.

Além dos prejuízos físicos e psíquicos que costuma trazer à gestante, o aborto delituoso acarreta ainda conseqüências espirituais que podem vir a ser muito graves.

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