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Eutanásia O Espiritismo condena a eutanásia - morte apressada voluntariamente
por pacientes terminais, atualmente legalizada apenas na Holanda - da
mesma forma que condena o suicídio.
Allan Kardec, na obra fundadora do Espiritismo, O Livro dos Espíritos,
revela a posição da doutrina: "Sempre se é culpado
por não esperar o termo fixado por Deus (...) É sempre uma
falta de resignação e de submissão a vontade do criador"
(pág. 371). Isso mesmo nos casos em que a morte é inevitável
e em que a vida é abreviada por alguns instantes. Para o Espiritismo, o sofrimento sempre tem uma causa e sempre há
na dor um caráter evolutivo. Os instantes finais da vida 'corporal'
podem ser Os espíritas lembram que é inútil abreviar a vida
para fazer cessar o sofrimento, já que a vida não acaba
na morte física, e muito menos a dor, que ao contrário,
pode até se tornar mais intensa numa vida futura, como forma de
penitência pela falta de resignação. O combate à eutanásia, promovido pelo espiritismo, não deve ser visto como uma apologia ao sofrimento. Ele defende que se deve utilizar todos os recursos disponíveis para minorar a dor do indivíduo. Os espíritas ainda argumentam que, com a legalização da eutanásia, as pesquisas que visam melhoras na qualidade de vida de pacientes terminais sofreriam um perigoso decréscimo. |
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