Curiosidade:
- A avaliação mais recente, divulgada em 1997, indicava que 140 milhões de pessoas usavam a maconha, 2,5 % da população da Terra. 

- O consumo de maconha começou a subir na década de 70, chegou ao ápice em 1979 e depois caiu, voltando a avançar a partir de 1994.

 
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Maconha:
verdades
&
mitos

 

Em 1974, surgia nos Eua a High Times, segundo seu slogan de lançamento “uma revista para o High Society”. Não exatamente a alta sociedade do dinheiro e das badalações, mas a sociedade “alta”, dos malucos e inconformistas. Foi uma revolução. Até então nenhuma revista havia se dedicado a falar das drogas sob o ponto de vista do usuário, evitando por completo a abordagem desinformada e moralista que dominava a imprensa na época.

A revista alcançou o sucesso comercial, e hoje já tem uma tiragem de 200 mil exemplares com cerca de 8 leitores por exemplar. Este sucesso, motivou a revista a promover um gigantesco festival anual da maconha em Amsterdã, na Holanda. A Cannabis Cup acontece no final do mês de novembro e atrai centenas de expositores e milhares de consumidores. Um júri internacional tem a missão de provar as amostras concorrentes, vindas do mundo inteiro, para escolher a número um da temporada. “O festival só é possível porque o governo holandês considera a maconha um problema do Ministério da Saúde. A polícia só cuida das outras drogas mais pesadas”, explica o editor executivo da revista.

reprodução: fernando cassini

Mas a High Times não ficou presa à velha fórmula underground. Nos últimos tempos nota-se um esforço por parte da revista para devincular a canabis da antiga imagem de droga de bandido, na tentativa de mostrar que hoje a maconha está em todos os lugares, consumida não só pela garotada, mas também por donas-de-casa, médicos, profissionais liberais, empresários, gente sofisticada e de sucesso.

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