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Mais do que disponibilizar o arquivo completo com
as produções anteriores, os sites de jornalismo alternativo têm
aproveitado a memória como recurso para oferecer a informação complementar.
Ao ler o texto, o internauta tem disponível link para produções
anteriores correlacionadas ao tema da leitura atual. A memória enriquece
a informação disponibilizando material para dar o contexto, dados
comparativos e fontes diferenciadas.
A revista Novae,
assim como o Digestivo
Cultural, traz os links de memória disponíveis ao final do texto
atualizado de cada seção. Se alguém quer conhecer a proposta da
página, pode encontrar junto com o texto atual os principais editoriais
publicados e entender a política do site como um todo. A mesma coisa
quando se trata de um colunista do e-zine Grito, todo o material produzido
por ele está disponível junto ao seu último trabalho.
No Digestivo,
é fácil achar qualquer arquivo anterior bem na página principal.
Junto com o espaço de cada seção está um caixa de opção que funciona
como um busca específico dando os títulos dos textos já publicados.
No CMI tem espaço privilegiado.
Uma relação das últimas notícias ocupa quase um terço da página
principal e as manchetes anteriores seguem abaixo do texto atual.
Cada matéria traz após texto, links para artigos, opiniões e até
outras notícias sobre o mesmo assunto.
O recurso da memória também é responsável por reformulações
de posicionamento do conteúdo. No Digestivo, os
textos mais frequentados ganham destaque na primeira página com
todos os comentários que conseguiu atrair e se transformam em fóruns
de discussão.
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