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A liberdade de escolha tão presente nos discursos
dos sites de jornalismo independente encontra correspondência na
arquitetura do conteúdo quando oferece ao internauta diversos atalhos
para circular pela informação. Graças ao recurso
da hipertextualidade bem trabalhado. Mas, a opção de definir
a estrutura que quer encontrar no site, isto é a personalização,
ainda é coisa rara.
O visitante da Novae
e do Digestivo Cultural, por exemplo, podem receber as atualizações
direto na sua caixa de e-mail, mas não tem direito a definir quais
as informações quer priorizar, quais prefere dispensar. A mesma
mensagem é distribuída a todos os assinantes indistintamente. A
homogeneidade também ocorre no envio do Boletim do CMI
aos seus leitores.
Mais comum, o instrumento de busca oferece ao internauta
a opção de personalizar o conteúdo através de datas ou palavras-chaves.
O material selecionado faz com que textos produzidos anteriormente
sejam tão presentes à leitura quanto os publicados naquele minuto.
A seleção liberta o leitor da organização cronológica. A navegação
se personaliza. O visitante do site CMI
escolhe ainda a mídia e o idioma. No Digestivo
Cultural , cada seção tem uma ferramenta de busca específica.
Os sites de jornalismo alternativo têm investido
na agilidade e amplitude do material disponível a memória
e personalização. A Novae
e Digestivo
Cultural, por exemplo disponibilizam a tecnologia do maior site
de busca do mundo, o Google.
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