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A existência de Deus A Doutrina Espírita, para chegar à crença na existência
de Deus, parte do pressuposto de que não existe efeito sem causa.
Dessa forma, Deus é o criador de todas as coisas, a inteligência
suprema, causa primária de todos os fenômenos, de todas as
existências, de todos os efeitos. Segundo o Livro A Gênese, não é necessário
ver Deus para acreditar em sua existência. A simples observação
do mundo, da natureza, do universo, e mesmo dos fatos que ocorre em nossas
vidas, leva-nos a pensar numa causa, numa inteligência criadora
que está acima de nossa compreensão. É a esta inteligência
que os espíritas chamam Deus. Há quem acredite ser o homem, uma criação de cientistas
extra - terrestres. A princípio, esta idéia pode parecer
até coerente, mas a Doutrina Espírita, ao tratar da existência
de Deus, o faz com um embasamento filosófico - científico
tão bem estruturado, que qualquer idéia contrária
à sua fé, encontra uma oposição sistemática.
No livro A Gênese, à pág. 53, é possível
encontrar um argumento que, reiterando a existência de Deus, combate
fatalmente a idéia anterior. O argumento é simples e eficaz:
para todo efeito inteligente existe uma causa inteligente. Quem seriam
esses cientistas? Seriam eles infinitamente inteligentes para criar o
ser humano, criaturas que estão sempre em estado evolutivo, material
e espiritual? Assim, segundo Allan Kardec, a existência de Deus é uma
realidade comprovada não só pela revelação,
como pela evidência material dos fatos. A imortalidade da alma | A reencarnação | As leis morais | A fé raciocinada| A comunicabilidade dos Espíritos |
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Raquel Salama e Tatiana Mendonça
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