TOMANDO A PALAVRA |
| Na sociedade eminentemente patriarcal e machista do início do século a mulher era considerada um ser inferior, sem iniciativa e a maioria delas aceitavam este tratamento ,e apenas algumas lançavam-se ao desafio de ir contra os valores de uma sociedade onde até mesmo as que tinham alguma instrução não tinham lugar na esfera publica do mundo econômico, político, cultural e social. | ![]() |
| Em 1914, começou a
tomar força o movimento pelo direito de voto da mulher,
as sufragistas, consideravam que o voto representava a
afirmação da cidadania das mulheres, que poderiam assim
conquistar a igualdade de salários a de oportunidades na
educação e nos outros setores da vida. Elas tinham
razão, mas tiveram que enfrentar uma longa batalha por
esse direito que só foi concedido em 1932, quando o
presidente Getúlio Vargas promulgou o Código Eleitoral
dando direito de voto a toda brasileira maior deidade. Passados 68 anos, o envolvimento da mulher na política ainda é discreto apenas o Estado do Maranhão é governado por uma mulher. Estamos representadas por seis senadoras, 29 deputadas federais, 101 deputadas estaduais, 187 prefeitas e 4.356 vereadoras. O movimento feminino, não queria apenas votar e ser votada, queria sim direito a educação de nível superior, e de trabalhar para seu próprio sustento já que no Brasil de antigamente, ao homem cabia o dever de sustentar a família e só a ele também era dado o direito de estudar. Você sabia? 1.Em 1929, Alzira Floriano elegeu-se prefeita da cidade de Lages(RN),no restante do país as mulheres sequer podiam votar. 2.Em 1927, o governador Juvenal Lamartine , do Rio Grande do Norte alterou a legislação criando uma lei que dava direito de voto às mulheres. 3.Em 1918, a bióloga Bertha Lutz liderou o movimento decisivo pela conquista do voto feminino. 4.O Dia Internacional da Mulher, 8 de março, foi instituído durante a Segunda Conferência Internacional de Mulheres realizada em 1910 na Dinamarca. A proposta veio de Clara Zetkin, famosa ativista pelos direitos femininos, em homenagem às tecelãs que morreram cabornizadas na primeira greve feminina em Nova York, EUA no dia 8 de março de 1857. |
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Produzido pelas alunas Tharsila Prates e Eliane Costa |