Já em 1985, José Sarney e Raul Alfonsín
presidentes do Brasil e Argentina, respectivamente,
iniciaram os acordos de cooperação econômica
entre seus países. Mais tarde com a adesão
do Paraguai e Uruguai, o perfil geográfico deste
bloco estava formado.
Tendo como princípios básicos estabelecer
uma união aduaneira - área de livre circulação
de bens, serviços, mãos-de-obra e capital
assim como a liberação gradativa de tarifas
alfandegárias e restrições tarifárias.
Entretanto, alguns produtos ainda permanecem subordinados
a taxas de importação que funcionam como
tarifas de proteção para as empresas nacionais.
Ao
contrário do NAFTA, existe entre os países
membros do Mercosul laços que interligam suas
economias e, por conseguinte, interferem e servem de
estímulo para relação comercial
e intercâmbio de investimentos.
Os
grandes países deste bloco são, sem dúvida,
o Brasil e a Argentina não por sua área,
mas por seu maior contingente populacional e desenvolvimento
econômico.
Para
o bom andamento do MERCOSUL é de fundamental
importância estabelecer tarifas comuns a todos
os membros, além da adoção de uma
mesma política comercial. Neste ponto exise um
"problema" causado pelas diferenças
de potencialidade econômica e industrial entre
os membros. Analisando o Brasil, por exemplo, percebemos
que existe a necessidade de taxas de importações
mais altas para um número maior de produtos,
já que seu parque industrial é muito mais
expressivo. Se isto não acontece, não
é possível proteger de forma efetiva sua
produção interna.
O Mercosul é considerado, por alguns, como um
bloco econômico sub-regional, pelo fato dos países
que o compõem serem subdesenvolvidos. O principal
desafio destes países é resolver e modificar
este quadro de subdesenvolvimento, diminuindo os problemas
urbanos, as altas taxas de analfabetismo e acabando
com as precárias condições de educação
e saúde para despontar de vez no mercado mundial.
ALCA
NAFTA
União
Européia
Conflitos