Do padrão à guerrilha: o caminho do telejornalismo na web

Davi Lemos

O que ainda se pode fazer em telejonalismo? E quanto a sua estrutura, ainda além das câmeras, e o ambiente de rede? No “Salvador pela Imprensa”, o último dia de debates foi justamente sobre os caminhos que pode trilhar os aventureiros do telejornalismo digital. Nesta última discussão feita no auditório da Faculdade de Comunicação da UFBA, no dia 26 de setembro, foi colocada a necessidade de se explorar ainda muito mais esta nova possibilidade para o fazer jornalístico. Desde a “guerrilha” ao telejornal com permissão ao erro, foram as discussões entre Tatiana Loureiro (da Faculdade Jorge Amado), Ricardo Mendes (FIB e FSBA), Bernardo Carvalho (FTC) e Antonio Brasil (UERJ).

Para o professor Antonio Brasil, está posto um esquema híbrido. Analisa que, mais do que nunca, a TV na Internet ganha contribuições do rádio, do impresso, da fotografia. O que realmente dá um caráter único e novo aos produtos jornalísticos online. “A maior parte dos jornalistas na web ainda não sabe o que fazer com a Internet. Mas pelo menos nós já sabemos o que não fazer”, disse o professor da UERJ. Salientou a possibilidade de não apenas utilizar a Internet para fazer o tradicional, não seguir só o padrão Globo de qualidade jornalística. É preciso partir para a guerrilha.

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