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O que ainda se pode fazer em telejonalismo? E quanto
a sua estrutura, ainda além das câmeras, e o ambiente
de rede? No “Salvador pela Imprensa”, o último
dia de debates foi justamente sobre os caminhos que pode trilhar
os aventureiros do telejornalismo digital. Nesta última discussão
feita no auditório da Faculdade de Comunicação
da UFBA, no dia 26 de setembro, foi colocada a necessidade de se
explorar ainda muito mais esta nova possibilidade para o fazer jornalístico.
Desde a “guerrilha” ao telejornal com permissão
ao erro, foram as discussões entre Tatiana Loureiro (da Faculdade
Jorge Amado), Ricardo Mendes (FIB e FSBA), Bernardo Carvalho (FTC)
e Antonio Brasil (UERJ).
Para o professor Antonio
Brasil, está posto um esquema híbrido. Analisa
que, mais do que nunca, a TV na Internet ganha contribuições
do rádio, do impresso, da fotografia. O que realmente dá
um caráter único e novo aos produtos jornalísticos
online. “A maior parte dos jornalistas na web ainda não
sabe o que fazer com a Internet. Mas pelo menos nós já
sabemos o que não fazer”, disse o professor da UERJ.
Salientou a possibilidade de não apenas utilizar a Internet
para fazer o tradicional, não seguir só o padrão
Globo de qualidade jornalística. É preciso partir
para a guerrilha.
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