
O Imperador D. Pedro II era um homem lúcido, apaixonado e - segundo registra a história com extraordinária vocação para a difusão e estímulo às artes, letras e ciências. Com tal perfil, nada mais natural que a Itália tenha despertado seu interesse e que sábios e artistas italianos, sob seu patrocínio, acabassem atraídos pelo jovem Império, como aliás vinha ocorrendo sistematicamente desde a colônia.
O laço entre os dois países iria se estreitar ainda mais em 1843, quando do casamento do imperador com a Princesa Teresa Cristina Maria, filha do rei das Duas Sicílias. A irmão de D. Pedro II, a Princesa Januária, por sua vez, viria a se casar com o Conde dÁquila, irmão da imperatriz. Esses dois casamentos uniam real e potencialmente o Brasil a uma das mais prestigiosas casas coroadas da Itália.
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