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A Corte Brasileira à época de D. Pedro II centralizava todas as atividades intelectuais e à sua volta se moviam pintores, arquitetos, musicistas e escultores, muitos deles italianos. Entre os ilustres que tinham trânsito junto à realeza, estavam o médico Ferrari, divulgador e autor de obras científicas e literárias; o arquiteto Lucca, que se projetou por ter sido o construtor da igreja de S. Fedele; o violonista Cernicchiaro; Briani, o professor de canto e historiador de arte; Fiorella, compositor e mestre da Capela imperial; Maziotti, professor de piano de D. Pedro II; Giannini, diretor da Academia Imperial de Música e Ópera Nacional e professor de contraponto de Carlos Gomes; além de Bevilácqua, fundador e proprietário de uma das mais renomadas casa de edições musicais do Rio de Janeiro.
Assim como os italianos vinham ao Brasil dar sua contribuição cultural à vida nacional, brasileiros faziam o inverso: iam à Itália aperfeiçoar seus estudos, sempre com o apoio do monarca e a influência da imperatriz. De novo, uma lista de nomes brilhantes aparece entre os mais reverenciados da memória nacional. Os destaques ficam por conta do compositor Carlos Gomes, dos pintores Pedro Américo, Victor Meirelles e Belmiro Almeida e do escultor Rodolfo Bernadelli.
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