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Drogas Ilícitas

 

Lança-perfume

            Droga muito usada em festas, shows e no carnaval, o lança-perfume tem uma incidência de uso muito grande entre os grupos jovens, devido, sobretudo, ao acesso que não é difícil. Para a sua utilização, usa-se um pedaço de pano embebido no líquido que deve ser levado à boca ou ao nariz para ser inalado. Uma das substâncias do lança-perfume é o Cloreto de Etilo, que pode causar lesões no sistema nervoso central. Outros efeitos são o aumento de humor (o viciado começa a dar risadas incontroláveis) e uma dificuldade imensa de se entender o que estão falando ao seu redor. A duração dos efeitos são bem rápidos e não chegam a dez minutos.

Heroína

 

            A heroína (diacetilmorfina) foi sintetizada da morfina em 1974 por um químico chamado Dreser. Nesse processo químico, há a substituição de dois átomos de hidrogênio da morfina por dois núcleos de acetilo. Em 1898, a heroína foi utilizada para fins medicinais, após terem sido realizados testes clínicos na Universidade de Berlim. Com um efeito dez vezes mais forte que o da morfina (daí seu nome HEROÍNA; do alemão “heroich”, que significa “potente”, “energético”), passou a ser usada como droga, absorvida através das narinas ou por meio de injeções.

            Da mesma forma que os opiáceos, a heroína determina dependência física e psíquica, isto é, a sua retirada vai determinar a “síndrome de abstinência”. A manifestações físicas provocadas pela falta de heroína são náuseas, vômitos, pupilas dilatadas (sensibilidade à luz), elevação da pressão sangüínea e da temperatura, dores em todo corpo, insônia, crises de choro, tremores, diarréia; enfim, todos os sintomas da falta de morfina podem ser detectados. A dependência física é grande, isto é, o corpo passa a necessitar da droga para manter o funcionamento celular normal.

 

Ecstasy

            Droga que ficou “famosa” na Inglaterra devido ao uso elevadíssimo pelos jovens freqüentadores de boates, o ecstasy estimula a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pelas sensações de bem-estar. Se, em princípio, o ecstasy provoca euforia, com o tempo pode levar à depressão, pois o organismo perde a capacidade de produzir a serotonina sem grandes quantidades da droga. De 20 a 60 minutos após a ingestão da droga (de 75 a 100 miligramas) surgem os primeiros efeitos do ecstasy: aumento da freqüência cardíaca e da pressão arterial, boca seca, náusea, sudorose, diminuição do apetite, atenção dispersa, elevação do humor e contratura da mandíbula. O auge dos sintomas acontece depois de 06 horas e permanece durante mais ou menos 12 horas. Alguns deles, como dores musculares, fadiga e depressão, podem durar vários dias.

 

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Davi Lemos e Juliana Lopes de Brito