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NO
BRASIL
Hoje,
já se sabe que, embora durante anos, Louis Daguerre tenha sido
considerado o inventor da fotografia, um outro francês, Hercule
Florence, já havia realizado experiências parecidas, alguns
anos antes, aqui no Brasil, na cidade de Campinas. Também é
a ele atribuído a utilização do termo "photografie"
pela primeira vez, em 1832. Na época, porém, sua criação
não causou grande impacto na população e seus trabalhos,
como algumas fotografias de Campinas, só foram conhecidas pelos
habitantes da cidade.
Em
1840, o abade francês Louis Comte fabricou três daguerreótipos
no Rio de Janeiro. No mesmo ano, foram produzidas as primeiras fotos da
família Real pelo fotógrafo Augustus Morand. Desde então,
Dom Pedro II tornou-se um apaixonado pela fotografia, tendo se dedicado
a ela após a compra de uma câmara de daguerreótipo.
A primeira oficina de calótipo brasileira (processo para obtenção
de cópias fotográficas) começou a funcionar no Rio
de Janeiro. A imprensa no Brasil, porém só começou
a fazer uso dessa técnica em 1800, com publicações
na Revista da Semana. Com os aperfeiçoamentos no campo fotográfico
a imprensa passou a utilizar o sistema digital, que permite uma rápida
transmissão de imagens que são enviadas pela linha telefônica.
Dessa forma, a fotografia brasileira passou a ser conhecida internacionalmente,
com exposições de artistas brasileiros e publicações
em revistas estrangeiras. Entre esses grandes artistas encontramos Sebastião
Salgado, Cristiano Mascaro, Mário Cravo Neto, Hugo Denizart, entre
outros.
Sebastião
Salgado aumentou ainda mais seu prestígio internacional ao fotografar
o atentado a Ronald Reagan. Nos anos posteriores, ele se dedicou ao fotojornalismo
de denúncia social, sendo considerado um mestre da fotografia documental.
Fotografias por Sebastião
Salgado
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| Megalópoles (1993-99) |
Fome no Sahel (1984-85) |
NO MUNDO
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