Faculdade de Comunicação - UFBA
 

Como não conseguimos enquadrá-lo em nenhum dos movimentos cinematográficos já existentes no Brasil, não sabíamos onde enquadrar o filme; ao mesmo tempo, pesava  a enorme importância que o filme teve e ainda tem na história do cinema brasileiro, como primeiro grande sucesso alcançado em sua trajetória. Foi quando nos surgiu a idéia de que poderíamos nos utilizar de cenas do filme como metáfora visual, como ilustrações sobre a falta de recursos dentro do cinema brasileiro.

    Para ganhar um ritmo mais estimulante, procuramos inserir os filmes à medida em que falavam sobre os surtos cinematográficos os especialistas. São eles um crítico, André Setaro, um especialista e cineasta, Umbelino Brasil, e outro cineasta, José Umberto.

   Por fim, fizemos a mesma pergunta aos três participantes: seria a associação do cinema com a televisão algo viável para o cinema brasileiro, como se faz na Europa? Seria essa uma saída para a questão do financiamento de projetos cinematográficos no Brasil? No que isso acarretaria?

   Procuramos confrontar opiniões e apresentar propostas, deixando que o próprio espectador tirasse as suas conclusões sobre a questão da falta de recursos financeiros, técnicos e do subdesenvolvimento na história do cinema brasileiro.

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