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Editorial
Especialmente para produzir esse site para vocês, os editores (Daniela Bracchi e Thiago Fernandes) propuseram-se a fazer um Rapel à noite no viaduto da Garibaldi, em Salvador. Afinal, nada como um site que possui conhecimento de causa.
Quem nos "ciceroneou" nessa aventura foi o grupo dos "Os osados", principalmente o Daniel Fiuza, que foi logo dizendo: "Não olhem pra baixo! Não fiquem nessa de saber quantos metros, até que vocês já tenham descido tudo". Foi um conselho "básico" para que os editores não se impressionassem com os 18 metros de altuta, e com a auto-pista embaixo.E o melhor de tudo é que funcionou. Tivemos tempo de conversar com os rapeleiros, tirar fotos e acompanhar as descidas. A mais radical é a de frente. É como uma queda livre, a mesma velocidade e a mesma sensação de que realmente a pessoa está caindo e só se começa a frear quando já está muito perto do chão. Mas essa não é o único tipo de descida que impressiona, quando alguém desce de cabeça pra baixo até o espectador mais "relax" fica com um frio na espinha.
Quando chega a sua vez de descer é melhor não pensar muito em quem vai cuidar do seu cachorrinho se você não sair muito inteiro da descida. E o melhor conselho que nós pudemos ouvir foi o bom e velho: "DO CHÃO NÃO PASSA!!!"
Daí pra frente os próximos passos são só aprender em 2 minutos, num rápido teste-drive, como segurar todo o peso do seu corpo através de uma corda presa na mão direita.
Para os muito desesperados, há uma boa notícia: alguém fica no chão segurando a sua corda e se houver algum problema ("Houston, we have a problem...") essa pessoa trava você bem no meio da descida e ainda pode te resgatar onde você estiver. Esqueceu que o rapel também é uma técnica de resgate usada, por exemplo, por bombeiros em salvamentos?
Por isso não há motivo para desesperos, o melhor é curtir a vista que se tem na descida e aproveitar. A adrenalina é garantida!!!
Veja as Fotos!
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Mais sobre grupos de Rapel, em outros Links: http://www.terravista.pt/fernoronha/2530/index.htm
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