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| Só pra não perder o hábito , um breve histórico da
curvilínea Carla Perez, fruto mais ARGH!!! da primeira geração
tchaniana: Primeiro, o fenômeno assola o país, mal dava para acreditar
que aquela loura barangosa podia chamar tanta atenção. Com dinheiro
chegando, as coisas vão mudando: a tintura capilar melhora de qualidade, os cabelos são
domados em freqüentes escovas, os peitinhos são turbinados com
silicone e a barriga é lipoaspirada. Deste modo, a mocinha vai ficando igual a todas as outras.
Num segundo momento, o romance com Alexandre Pires vem a tona na cena midiática. Carlinha está no paraíso, chegando a virar protagonista de um filme, "Cinderela Bahiana" (e não Baiana, como seria ortograficamente correto). Sua incursão no cinema foi um fiasco, mas esperar o que? A estrela se apaga gradativamente. O terceiro momento da dançarina (dançarina?) mais cobiçada do país é caracterizado por um período de declínio. A loirinha falsa saiu do grupo que lhe projetou para encarar uma estrada cheia de obstáculos. Ia ganhar um programa, mas teve que se contentar com o requentado "Fantasia", no qual ela estava cercada de songa-mongas de primeira. Ficou tão super-exposta, que sua condição de portadora de hepatite B foi alardeada no programa de Gugu ? O pior, a "bomba" circulou na mídia, enquanto o fim do namoro com Alexandre era decretado publicamente. Muito choro, muito lamento e uma cirurgia plástica no nariz, o que completou sua transformação em loura-clone. Depois de tantos altos e baixos , o brilho se apagou, o rebolado se perdeu (os joelhos já passaram por sucessivas cirurgias). Para terminar nosso desabafo, um anti-slogan de um dos nossos colaboradores: "Carla Perez, peito novo, nariz novo, mas a idiotice de sempre". |
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