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O principal exemplo deste tipo de iniciativa é o
Claque. No ar há quase um
ano, o site surgiu da mente criativa de seis alunos da Faculdade
de Comunicação da Ufba.
Com um computador na mão e uma “idéia na cabeça” (permitam-me o
trocadilho!), eles começaram a escrever sobre os mais variados assuntos
que abrangem aquilo que costumamos chamar de cultura. Cinema, música,
dança, televisão, artes cênicas e literatura são alguns dos temas
tratados no site.
No Claque são escritos, semanalmente, críticas,
artigos, resenhas e até contos, espalhados pelas seguintes colunas:
Especiarias,
de Gabriela Almeida
Fora
do Contexto, de Greice Schneider
Marca
Registrada, de Rodrigo Barreto
Terceiro
Andar, de Lucas Falcão
Preliminares,
de Érico Monte
Olho
de Gato, de Juliana Protásio
Existe também a seção De fora
pra dentro, espaço para os colaboradores que quiserem enviar
artigos, matérias, entrevistas, críticas, etc.
Bem feito, o site tem recebido críticas positivas
e o reconhecimento do público. Além da grande participação dos colaboradores,
o pessoal do Claque tem estado cada vez mais presente nos eventos
culturais de Salvador. Convites para peças teatrais, pré-estréias
nos cinemas, espetáculos musicais tem sido constantes. No mês passado,
o site promoveu uma festa na boate Gloss e a casa, lotada de amigos,
artistas, jornalistas e músicos, foi um reflexo deste reconhecimento.
A equipe do Claque diz que “pretende
levar adiante a tarefa de desenvolver críticas bem escritas, fundamentadas
e interessantes sem desmerecer ou subestimar a inteligência do seu
público”.
O que sabemos, de fato, é o que o Claque tem sido
uma das grandes promessas de resgatar o jornalismo cultural baiano,
agora sob a nova roupagem digital.
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