UMA NOVA TERAPÊUTICA ORAL PARA A DISFUNÇÃO ERÉTIL
· Viagra* (citrato de sildenafil) é um potente e seletivo
inibidor da fosfodiesterase-5, específica do GMPc, presente nos corpos cavernosos.
· Viagra* (citrato de sildenafil) é o primeiro produto
eficaz por via oral para o tratamento da disfunção erétil (DE).
· Em estudos clínicos, Viagra* mostrou-se eficaz em 70-80%
dos pacientes com DE de diferentes etiologias (psicogênica, orgânica e mistas). Dados de
eficácia são disponíveis em pacientes portadores de DE associada a diabete melito,
lesão da medula espinhal, hipertensão arterial, depressão e prostatectomia, em
diferentes faixas etárias.
· O efeito de Viagra* se manifesta somente na presença de
estimulação sexual, restaurando a capacidade de resposta ao estímulo. Não apresenta
efeito sobre a libido e desejo sexual.
· Posologia: A dose recomendada de Viagra* é de um
comprimido de 50mg, em dose única, administrado quando necessário e aproximadamente uma
hora antes da relação sexual. De acordo com a eficácia e tolerabilidade a dose poderá
ser aumentada para 100mg ou reduzida para 25mg. A frequência máxima recomendada é de
uma vez ao dia independente da dose utilizada.
· Viagra* não está indicado para uso em mulheres.
· Os eventos adversos mais comumente associados ao
tratamento com Viagra* são dor de cabeça, rubor facial, dispepsia e congestão nasal.
· Viagra* apresenta propriedade vasodilatadora periférica
e pode produzir uma modesta redução da pressão arterial em alguns pacientes.
· Em virtude de seu mecanismo de ação (sistema óxido
nítrico/GPM-cíclico) Viagra* está formalmente contra-indicado para pacientes em
tratamento com medicamentos anti-anginosos à base de nitratos orgânicos, como por
exemplo Sustrateâ Bristol-Myers Squibb, Monocordilâ Baldacci, Isordilâ Wyeth,
Nitradiscâ Searle, Nitroderm TTSâ Novartis, entre outros.
· Como existe um risco cardíaco associado à atividade
sexual uma avaliação da condição cardiovascular do paciente poderá ser requerida em
alguns casos.
Refira ao documento completo do produto para informações
adicionais ou à Divisão Médica de Laboratórios Pfizer Ltda.
*Marca depositada em nome de Pfizer Inc.
DOCUMENTO DO PRODUTO
VIAGRA*
(citrato de sildenafil)
PROPRIEDADES FARMACODINÂMICAS:
O sildenafil é uma nova terapêutica oral para a
disfunção erétil, que age restaurando a função erétil, resultando em uma resposta
natural à estimulação sexual. O mecanismo fisiológico responsável pela ereção do
pênis envolve a liberação de óxido nítrico nos corpos cavernosos durante a
estimulação sexual. O óxido nítrico ativa a enzima guanilato ciclase, que por sua vez
induz um aumento dos níveis de monofosfato de guanosina cíclico (GMPc), produzindo um
relaxamento da musculatura lisa dos corpos cavernosos, permitindo o influxo de sangue. O
sildenafil é um potente e seletivo inibidor da fosfodiesterase-5 (PDE-5), específica do
GMPc, a qual é responsável pela degradação do mesmo no corpo cavernoso. O sildenafil
promove a ereção por ação periférica. O sildenafil não exerce um efeito relaxante
diretamente sobre os corpos cavernosos isolados de humanos, mas aumenta potencialmente o
efeito relaxante do óxido nítrico sobre esse tecido. Quando a via óxido nítrico/GMPc
é ativada, como ocorre com a estimulação sexual, a inibição da PDE-5 pelo sildenafil
resulta em um aumento dos níveis de GMPc nos corpos cavernosos. Portanto, a estimulação
sexual é necessária para que o sildenafil possa produzir seus efeitos farmacológicos
benéficos. A administração de doses únicas orais de sildenafil de até 100 mg a
voluntários sadios, não produziu efeitos clinicamente significantes no eletrocardiograma
(ECG). A média da diminuição da pressão arterial sistólica na posição supina, após
administração oral de 100 mg, foi de 8,4 mmHg. A mudança correspondente na pressão
arterial diastólica na posição supina, foi de 5,5 mmHg. Essas diminuições na pressão
arterial são consistentes com os efeitos vasodilatadores do sildenafil, provavelmente
devido ao aumento dos níveis de GMPc na musculatura lisa dos vasos sanguíneos. O
sildenafil não exerce efeitos sobre a acuidade visual ou sensibilidade de contrastes.
Utilizando-se o teste de coloração de Farnsworth-Munsell 100, foi observado em alguns
indivíduos, alterações leves e transitórias na distinção de cores (azul/verde), uma
hora após a administração de uma dose de 100 mg; 2 horas após a administração, não
foram observados efeitos evidentes. O mecanismo aceito para essa alteração na
distinção de cores está relacionado com a inibição da fosfodiesterase-6 (PDE-6), que
está envolvida na cascata de fototransdução da retina. Estudos in vitro demonstram que
o sildenafil é 10 vezes menos potente para a PDE-6 do que para a PDE-5. Estudos in vitro
demonstraram que a seletividade do sildenafil pela PDE-5 é de 10 a 10.000 vezes superior
àquela apresentada para outras fosfodiesterases (PDE 1, 2, 3, 4 e 6). Em particular, o
sildenafil tem uma afinidade pela PDE-5, 4.000 vezes superior àquela pela PDE-3, a
fosfodiesterase isomórfica específica do AMPc (monofosfato de adenosina cíclico)
envolvida no controle da contratilidade cardíaca.
PROPRIEDADES FARMACOCINÉTICAS:
Absorção: O sildenafil é rapidamente absorvido. As
concentrações plasmáticas máximas observadas são atingidas dentro de 30 a 120 minutos
(em média 60 minutos) após uma dose oral, em jejum. A média absoluta da
biodisponibilidade oral é 41% (variando entre 25 - 63%). A farmacocinética oral do
sildenafil é proporcional no intervalo das doses recomendadas (25-100 mg). Quando o
sildenafil é administrado com uma refeição rica em lipídios, a taxa de absorção é
reduzida, verificando-se um atraso médio de 60 minutos no Tmáx e uma redução média de
29 % na Cmáx. Distribuição: O volume médio de distribuição do sildenafil no estado
de equilíbrio (steady state) é de 105 litros, indicando sua distribuição nos tecidos.
O sildenafil e o seu principal metabólito circulante, o N-desmetil, apresentam uma
ligação às proteínas plasmáticas de aproximadamente 96 %. A ligação protéica é
independente da concentração total da droga. Em voluntários sadios recebendo sildenafil
(100 mg em dose única) menos de 0,0002 % (em média 188 ng) da dose administrada estava
presente no sêmen, 90 minutos após a administração do fármaco. Metabolismo: O
sildenafil sofre uma depuração hepática principalmente, pelas isoenzimas microsomais
CYP3A4 (via principal) e CYP2C9 (via secundária). O principal metabólito circulante
resulta da N-desmetilação do sildenafil. Esse metabólito apresenta um perfil de
seletividade para as fosfodiesterases semelhante ao do sildenafil e uma potência de
inibição in vitro para a PDE-5 de aproximadamente 50 % daquela verificada para a droga
inalterada. A concentração plasmática desse metabólito é de aproximadamente 40 %
daquela verificada para o sildenafil. O metabólito N-desmetil é amplamente metabolizado,
apresentando uma meia-vida terminal de aproximadamente 4 h. Eliminação: O clearance
total do sildenafil é de 41 L/h, com uma meia-vida terminal de 3-5 horas. Após
administração oral ou intravenosa, o sildenafil é excretado sob a forma de
metabólitos, predominantemente nas fezes (aproximadamente 80 % da dose oral administrada)
e em menor quantidade na urina (aproximadamente 13 % da dose oral administrada).
Farmacocinética em Grupos de Pacientes Especiais Idosos: Em voluntários sadios idosos
(com idade igual ou superior a 65 anos), foi observada uma redução no clearance do
sildenafil, com uma concentração plasmática da droga livre, aproximadamente 40 % maior
que aquela observada em voluntários sadios mais jovens (18-45 anos). No entanto, uma
avaliação da base de dados de segurança demonstrou que a idade não apresenta nenhum
efeito na incidência de reações adversas. Insuficiência Renal: Em voluntários com
insuficiência renal leve (clearance de creatinina = 50-80 mL/min) e moderada (clearance
de creatinina = 30-49 mL/min), a farmacocinética relativa a uma dose única oral de
sildenafil (50 mg) não foi alterada. Em voluntários com insuficiência renal grave
(clearance de creatinina < 30 mL/min), o clearance do sildenafil se mostrou reduzido,
resultando em um aumento da AUC (100 %) e da Cmáx (88 %), quando comparado com
indivíduos de idade semelhante, sem insuficiência renal. Insuficiência Hepática: Em
voluntários com cirrose hepática (Child-Pugh A e B) o clearance do sildenafil se mostrou
reduzido, resultando em um aumento da AUC (84 %) e da Cmáx (47 %), quando comparado com
indivíduos de idade semelhante, sem insuficiência hepática.
DADOS DE SEGURANÇA PRÉ-CLÍNICOS: O sildenafil não
demonstrou qualquer potencial mutagênico ou carcinogênico.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS DE ESTUDOS CLÍNICOS: A
eficácia e segurança de Viagra* foram avaliadas em 21 estudos randomizados, duplo-cegos,
placebo-controlados, com duração de até 6 meses. Viagra* foi administrado a mais de
3000 pacientes com idades variando entre 19 e 87 anos, com disfunção erétil de
diferentes etiologias (orgânica, psicogênica, mista). A eficácia foi avaliada
utilizando-se um questionário de avaliação global, diário de ereções, através do
Índice Internacional da Função Erétil (IIFE, um questionário validado da função
erétil) e um questionário para a parceira. A eficácia do Viagra*, determinada como
sendo a capacidade de alcançar e manter uma ereção suficiente para a relação sexual,
foi demonstrada nos 21 estudos e foi mantida em estudos de longa duração (um ano). Em
estudos de dose fixa, a proporção de pacientes que relataram que o tratamento melhorou a
ereção foi de 62 % (25 mg), 74 % (50 mg) e 82 % (100 mg) em comparação com 25 % para o
placebo. Em adição à melhora da função erétil, a análise do IIFE demonstrou que o
tratamento com Viagra* também melhorou os aspectos relacionados ao orgasmo, satisfação
sexual e satisfação geral. Ao longo de todos os estudos, a proporção de pacientes que
relataram melhora com a utilização de Viagra*, foi de 59 % dos pacientes diabéticos, 43
% dos pacientes que sofreram prostatectomia total e 83 % dos pacientes com lesões na
medula espinhal (versus 16 %, 15 % e 12 % com placebo, respectivamente).
INDICAÇÕES:
Viagra* está indicado para o tratamento da disfunção
erétil.
CONTRA-INDICAÇÕES:
O uso do Viagra* está contra-indicado para pacientes com
conhecida hipersensibilidade à droga ou à quaisquer componentes da fórmula. De acordo
com os conhecidos efeitos do sildenafil sobre a via do óxido nítrico/GMPc (vide
"Propriedades Farmacodinâmicas"), foi demonstrado que o Viagra* potencializa o
efeito hipotensor dos nitratos, estando portanto, contra-indicada a sua administração a
pacientes usuários de quaisquer formas doadoras de óxido nítrico ou nitratos.
ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES:
O conhecimento da história clínica e a realização de um
exame físico completo, são necessários para se diagnosticar a disfunção erétil,
determinar as prováveis causas e identificar o tratamento adequado. Existe um grau de
risco cardíaco associado à atividade sexual. Portanto, os médicos podem requerer uma
avaliação da condição cardiovascular dos seus pacientes antes de iniciarem qualquer
tratamento para a disfunção erétil. Os agentes para tratamento da disfunção erétil
devem ser utilizados com precaução em pacientes com deformações anatômicas do pênis
(tais como angulação, fibrose cavernosa ou doença de Peyronie), ou em pacientes com
condições, que possam predispor ao priapismo (tais como anemia falciforme, mieloma
múltiplo ou leucemia). Os agentes para o tratamento da disfunção erétil não devem ser
utilizados em homens para os quais a atividade sexual esteja desaconselhada. A segurança
e a eficácia das associações de Viagra* com outros tratamentos para a disfunção
erétil não foram estudadas. Portanto, o uso dessas associações não é recomendado. O
Viagra* não tem efeito sobre o tempo de sangramento, mesmo durante a co-administração
de ácido acetilsalicílico. Estudos in vitro com plaquetas humanas indicam que o
sildenafil potencializa o efeito anti-agregante do nitroprussiato de sódio (um doador de
óxido nítrico). Não existem informações relativas à segurança da administração do
Viagra* a pacientes com distúrbios hemorrágicos ou com úlcera péptica ativa. Por esse
motivo, Viagra* deve ser administrado com precaução a esses pacientes. Uma minoria dos
pacientes têm retinite pigmentosa hereditária apresentam alterações genéticas das
fosfodiesterases da retina. Não existem informações relativas à segurança da
administração do Viagra* a pacientes com retinite pigmentosa. Portanto, o Viagra* deve
ser administrado com precaução a esses pacientes.
GRAVIDEZ E LACTAÇÃO
Viagra* não está indicado para o uso em mulheres. Não
foram observados quaisquer efeitos teratogênicos, problemas na fertilidade ou efeitos
adversos sobre o desenvolvimento peri/pós-natal, nos estudos de reprodução realizados
em ratos e coelhos após a administração oral de sildenafil. Não foi observado qualquer
efeito sobre a motilidade ou morfologia dos espermatozóides após a administração de
doses únicas de 100 mg de Viagra*, por via oral, a voluntários sadios.
USO EM CRIANÇAS: Viagra* não é indicado para o uso
em crianças.
EFEITOS NA HABILIDADE DE DIRIGIR E DE OPERAR MÁQUINAS:
Não existem precauções especiais quanto à habilidade de dirigir ou de operar
máquinas.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:
Efeitos de outros fármacos sobre o Viagra* Estudos in
vitro: O metabolismo do sildenafil é mediado principalmente pelas formas isomórficas do
citocromo P450 (CYP), 3A4 (via principal) e 2C9 (via secundária). Portanto, inibidores
dessas isoenzimas podem reduzir o clearance do sildenafil. Estudos in vivo: A cimetidina
(800 mg), um inibidor não-específico do citocromo CYP3A4, causou um aumento de 56 % na
concentração plasmática de sildenafil, quando co-administrada com Viagra* (50 mg) a
voluntários sadios. A análise farmacocinética populacional dos estudos clínicos
indicou uma diminuição do clearance de sildenafil quando co-administrado com inibidores
do citocromo CYP3A4 (tais como o cetoconazol, eritromicina, cimetidina). No entanto,
nenhum aumento na incidência dos efeitos adversos foi observado nesses pacientes. Doses
únicas de antiácidos (hidróxido de magnésio/hidróxido de alumínio) não exerceram
nenhum efeito sobre a biodisponibilidade do Viagra*. A análise farmacocinética
populacional não demonstrou qualquer efeito da medicação concomitante sobre a
farmacocinética do sildenafil, quando essas medicações foram agrupadas da seguinte
forma: inibidores do citocromo CYP2C9 (tais como tolbutamida, varfarina), inibidores do
citocromo CYP2D6 (tais como os inibidores seletivos da recaptação de serotonina,
antidepressivos tricíclicos), tiazidas e diuréticos relacionados, diuréticos de alça e
poupadores de potássio, inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA),
bloqueadores de canais de cálcio, antagonistas b-adrenérgicos ou indutores do
metabolismo associado ao citocromo CYP450 (tais como rifampicina, barbitúricos). Efeitos
do Viagra* sobre outros fármacos. Estudos in vitro: O sildenafil é um fraco inibidor das
formas isomórficas do citocromo P450, 1A2, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1 e 3A4 (IC50 > 150 mM).
Uma vez que o pico de concentração plasmática do sildenafil é de aproximadamente 1 mM
após as doses recomendadas, é improvável que o Viagra* irá alterar o clearance dos
substratos dessas isoenzimas. Estudos in vivo: Nenhuma interação significante foi
demonstrada com a tolbutamida (250 mg) ou varfarina (40 mg), sendo que ambas são
metabolizadas pelo citocromo CYP2C9. Viagra* (50 mg) não potencializa o aumento no tempo
de sangramento provocado pelo ácido acetilsalicílico (150 mg). Viagra* (50 mg) não
potencializa os efeitos hipotensores do álcool em voluntários sadios com um nível
alcoólico no sangue de 80 mg/dL. Não foi verificada qualquer interação resultante da
co-administração de Viagra* (100 mg) com amlodipina em pacientes hipertensos. A
redução adicional média da pressão arterial na posição supina (sistólica, 8 mmHg;
diastólica, 7 mmHg) foi semelhante àquela observada quando Viagra* foi administrado
isoladamente a voluntários sadios (vide "Propriedades Farmacodinâmicas"). A
análise da base de dados sobre segurança não demonstrou qualquer diferença no perfil
de efeitos colaterais, em pacientes tratados com Viagra*, na presença e ausência de
medicação anti-hipertensiva. Foi demonstrado que Viagra* potencializa o efeito
hipotensor da terapêutica com nitratos, tanto de uso agudo quanto crônico. Portanto, o
uso de nitratos ou doadores de óxido nítrico com Viagra* é contra-indicado (vide
"Contra-Indicações").
REAÇÕES ADVERSAS:
Viagra* foi administrado a mais de 3700 pacientes (com
idades variando entre 19 e 87 anos) durante estudos clínicos realizados no mundo todo.
Mais de 550 pacientes foram tratados durante um período superior a um ano. O tratamento
com Viagra* foi bem tolerado. Em estudos clínicos placebo-controlados, a frequência de
descontinuação devido a reações adversas foi baixa e semelhante àquela observada com
o placebo. As reações adversas foram em geral, transitórias e de natureza leve a
moderada. No decorrer dos diferentes protocolos de estudos clínicos, o perfil das
reações adversas relatado pelos pacientes medicados com Viagra*, foi semelhante. Em
estudos de dose fixa, a incidência de reações adversas aumentou com a dose. A natureza
dessas reações em estudos de dose flexível, que refletem de forma mais adequada o
regime posológico recomendado, foi semelhante àquela observada nos estudos de dose fixa.
As seguintes reações adversas, cuja relação com Viagra* é possível, provável ou
desconhecida, foram as mais frequentemente relatadas quando o Viagra* foi administrado,
conforme a necessidade, em estudos clínicos de dose flexível: Cardiovasculares:
Cefaléia, rubor, tontura. ; Digestivas: Dispepsia.;Respiratórias: Congestão nasal;
Órgãos dos sentidos: Alterações visuais (Leves e transitórios. Predominantemente
distorção de cores, mas também sensibilidade aumentada à luz ou visão turva). Para
doses superiores às recomendadas, as reações adversas foram semelhantes àqueles
descritos acima porém, relatados mais frequentemente. Nenhum caso de priapismo foi
relatado.
POSOLOGIA:
Os comprimidos de Viagra* destinam-se à administração por
via oral.
Uso em Adultos: A dose recomendada é de 50 mg em dose
única, administrada quando necessária e aproximadamente uma hora antes da relação
sexual. De acordo com a eficácia e tolerabilidade, a dose pode ser aumentada para 100 mg
ou diminuída para 25 mg. A dose máxima recomendada é de 100 mg. A frequência máxima
recomendada de Viagra* é de uma vez ao dia.
Uso em Idosos: A mesma dosagem indicada para
pacientes mais jovens pode ser utilizada em pacientes idosos.
Uso na Insuficiência Renal ou Hepática: A mesma
dosagem indicada para pacientes adultos pode ser utilizada em pacientes com insuficiência
renal ou hepática.
Uso em Crianças: Viagra* não é indicado para o uso em
crianças.
SUPERDOSAGEM:
Em estudos realizados com voluntários sadios, utilizando
doses únicas de até 800 mg, os eventos adversos foram semelhantes àqueles observados
com doses inferiores, no entanto a taxa de incidência se mostrou superior. Em casos de
superdosagem, medidas gerais de suporte deverão ser adotadas conforme a necessidade. Uma
vez que sildenafil se encontra fortemente ligado às proteínas plasmáticas e não é
eliminado pela urina, não se espera que a diálise renal possa acelerar a depuração do
sildenafil.
APRESENTAÇÕES:
Comprimidos revestidos contendo 25mg, 50mg ou 100 mg;
embalagens com 4 unidades.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
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