Análise
Nesta página encontra-se uma breve avaliação do momento atual dos principais times brasileiros e do desempenho de cada seleção na última Copa do Mundo. 
Em 98, o Bahia investiu pesado na contratação de jogadores. Conquistou o Campeonato Baiano, mas realizou uma campanha medíocre no Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão e quase foi rebaixado à Terceira Divisão. Para recuperar-se do trauma, o clube contratou em 99 Joel Santana, técnico especialista em formar equipes competitivas e os resultados têm sido positivos. Na Copa Nordeste, o time está assegurado na segunda fase, já conquistou o primeiro turno do estadual, em cima do rival Vitória, e vai jogar contra o Juventude por uma vaga nas semifinais da Copa do Brasil. Sem dúvida, o maior objetivo do Bahia em 99 é recuperar seu lugar na elite do futebol brasileiro. Mas isto é assunto para o segundo semestre. 
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Em 99, o São Paulo deseja se recuperar do grande fiasco do Campeonato Brasileiro de 98, quando a equipe escapou do rebaixamento apenas nas últimas rodadas. O torcedor tricolor viveu momentos de profunda angústia, como a goleada de 7x2 sofrida diante da Portuguesa e a grave contusão do grande ídolo Raí. O São Paulo iniciou o ano disputando o Torneio Rio-São Paulo, mas viu o sonho da conquista do título inédito ruir diante do Vasco. Já contando com a presença de Raí, recuperado, o time também foi eliminado da Copa do Brasil, desta vez pelo Botafogo. Sua única chance de levantar um troféu neste primeiro semestre é o Campeonato Paulista onde, aliás, vai muito bem, mantendo a liderança do seu grupo e a invencibilidade no certame. 
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O último jogo do Palmeiras em 98 foi disputado às vésperas do Reveillon, o que resultou em férias tardias para os atletas titulares. Assim, o time que iniciou a temporada de 99 jogando o Torneio Rio- São Paulo foi um misto de reservas com recém- contratados de outras equipes como Evair e Jackson. A equipe acabou eliminada na primeira fase, ficando atrás de Vasco e Santos. No Campeonato Paulista, tenta alcançar o São Paulo e tirar-lhe a liderança, na Copa do Brasil vai disputar com o Flamengo uma vaga nas semifinais, e na mais importante competição para os palmeirenses, a Taça Libertadores da América, o time vai encarar o rival Corinthians, buscando seu lugar também nas semifinais. 
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O Corinthians de 99 só se assemelha ao Corinthians campeão brasileiro de 98 por possuir o mesmo elenco e quando entra em campo para jogar pela Taça Libertadores da América, torneio considerado mais importante pelos corintianos. No Torneio Rio-São Paulo a equipe foi mal (chegou a apanhar de 6x1 do Botafogo), no Campeonato Paulista derrotas inesperadas como para a União Barbarense (3x1), impedem a equipe de alcançar a liderança do seu grupo e com duas derrotas para o Juventude (2x0 e 1x0), o Corinthians se despediu da Copa do Brasil, o que resultou, também, na demissão do treinador Evaristo de Macedo. O Paulista, se for possível, o Corinthians tentará conquistar, mas é na Libertadores, onde enfrentará o arqui-rival Palmeiras por uma vaga nas semifinais, é que o time aposta todas as suas fichas. 
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A exemplo do São Paulo, o Santos só disputa ainda o Campeonato Paulista neste primeiro semestre. Depois de perder a final do Torneio Rio-São Paulo para o Vasco, a equipe ainda foi eliminada da Copa do Brasil pelo Goiás. Conquistar o Paulista virou questão de honra porque, além de ser o único campeonato que o Santos pode levar neste primeiro semestre, é um título que o clube não ganha desde 1984.

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Comandada pelo ex-técnico da Seleção Brasileira, Zagallo, a Portuguesa sonha com um título que ganhou pela última vez em 1973, o Campeonato Paulista. Mesmo contando com a estrela de Zagallo, a Portuguesa está um pouco distante de ser considerada uma das favoritas ao caneco, mas promete dar trabalho, apesar da limitação técnica do seu elenco. Na Copa do Brasil, a Lusa bem que tentou, mas foi eliminada pelo Atlético-PR, com uma derrota(5x2) e um empate (2x2). 
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Com a conquista da Taça Libertadores de 98, o Vasco iniciou 99 dando a impressão de que este seria um ano de muitas vitórias. O Vasco venceu o Torneio Rio-São Paulo de forma incontestável, com dois triunfos (3x1 e 2x1) diante do Santos. Mas parou por aí. Para ficar com o título do primeiro turno do Campeonato Carioca, o Vasco precisava de um simples empate contra o Flamengo, porém foi derrotado por 2x1 e vai ter que lutar pelo segundo turno. O sonho vascaíno de ficar com o bicampeonato da Libertadores também foi por água abaixo, graças à derrota de 4x2 para o Palmeiras em pleno Estádio de São Januário. Na Copa do Brasil outra derrota de 4x2, desta vez para o Goiás, no jogo de ida, pode resultar na desclassificação do Vasco em outro certame. Para evitar isto, o Vasco tem que vencer o mesmo Goiás por diferença de três gols no próximo confronto entre ambos e manter-se vivo na Copa do Brasil. 
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No Torneio Rio-São Paulo, o Botafogo chegou às semifinais, mas caiu diante do Santos com duas derrotas (1x0 e 2x0). No Campeonato Carioca o time não vai muito bem, perdendo partidas para equipes de menor expressão como Friburguense, Americano e Olaria. Porém, na Copa do Brasil a equipe está desempenhando seu melhor futebol e , depois de eliminar o São Paulo, parte para a luta contra o Atlético-PR por uma vaga nas semifinais. 
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Em 96, o Fluminense caía para a Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro. Mas seus dirigentes apelaram para a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e o time permaneceu na Primeira Divisão. Em 97, para vergonha dos torcedores tricolores, o time foi novamente rebaixado. O Fluminense não teve como escapar e acabou caindo. Em 98 novo rebaixamento, agora para a Terceira Divisão. Cientes da difícil situação, os jogadores tricolores vão tentando recuperar o moral do clube, ainda neste primeiro semestre. Só tentando... No Torneio Rio-São Paulo, mesmo goleando o Vasco(4x2) e o Palmeiras(4x0), o Fluminense não passou da primeira fase. Na Copa do Brasil a equipe disse adeus à competição ao perder de 6x0 para o Juventude e, no Campeonato Carioca, uma derrota de 4x0 para o Botafogo marcou o encerramento da participação da equipe no primeiro turno. A esperança do Fluminense está nos pés do atacante Túlio e na estrela do técnico Carlos Alberto Parreira. 
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Para recuperar o Campeonato Gaúcho perdido no ano passado para o Juventude, o Inter contratou dois jogadores que estiveram defendendo as cores do Brasil na Copa de 98: o zagueiro Gonçalves e o " capitão do tetra", o volante Dunga, que retorna depois de quinze anos ao clube que o revelou e onde pretende pendurar as chuteiras ainda em 99. Apesar do insucesso na Copa Sul (onde perdeu para o próprio Juventude), o Inter tem time suficiente para conquistar o Campeonato Gaúcho e, na Copa do Brasil, espera a definição entre Vasco e Goiás para conhecer seu adversário nas quartas-de-final. 
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Em 98, o Grêmio decepcionou sua torcida ao ficar de fora da final do Campeonato Gaúcho e agora em 99 montou uma equipe com capacidade para reconquistar o título estadual. Prova disso é que o time desbancou o Paraná, em Curitiba, e ficou com a Copa Sul. Mas na Copa do Brasil, o Grêmio acabou desclassificando pelo Flamengo e agora só o Campeonato Gaúcho interessa. Para quem foi campeão mundial em 1983 é pouco.

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O atual campeão gaúcho quer repetir a dose em 99 e para isso manteve a base do time do ano passado. Além do desejo de conquistar novamente o título estadual, o Juventude vem fazendo boa campanha na Copa do Brasil e, após despachar Fluminense e Corinthians, enfrentará o Bahia por uma vaga nas semifinais.
 

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Em 98, o Cruzeiro foi vice-campeão de três competições: Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e Copa Mercosul. Para acabar com essa síndrome de vice, o clube manteve a base do ano passado e fez algumas contratações. Na Copa do Brasil deste ano, o Cruzeiro foi eliminado ainda na segunda fase pelo Atlético-PR, decepcionando a sua torcida. Para compensar o sofrimento, o time conquistou a Copa dos Campeões de Minas Gerais, vencendo o rival Atlético-MG por 5x1. Na Copa Centro-Oeste venceu a primeira partida da decisão contra o Vila Nova-GO por 3x0 e ainda é o franco favorito a conquistar o Campeonato Mineiro. 
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A principal meta do Atlético neste primeiro semestre é evitar o tetracampeonato mineiro do Cruzeiro. Principal e única. O time perdeu para o próprio Cruzeiro a Copa dos Campeões de Minas Gerais, levando na final um "chocolate" de 5x1, foi eliminado da Copa Centro-Oeste e na Copa do Brasil caiu diante do Bahia, perdendo em pleno Mineirão(1x0). O clube passa por uma crise financeira e é com esta dura realidade que o Atlético tentará vencer o Campeonato Mineiro. 
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A boa campanha no Campeonato Brasileiro de 98 despertou o interesse de outras equipes que acabaram contratando vários jogadores do Coritiba. E o resultado disso tudo não foi nem um pouco agradável. No Campeonato Paranaense deste ano, a equipe vem tropeçando em adversários de menor expressão. Na Copa Sul perdeu duas partidas para o rival Atlético-PR e na Copa do Brasil foi eliminado pelo Bahia.

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Em 98, o Atlético ficou com o Campeonato Paranaense, quebrando uma hegemonia de cinco anos do Paraná no certame. Neste ano, o Atlético tem time para conquistar o bicampeonato, principalmente com a motivação causada pela reconstrução e remodelação de seu estádio. O Atlético ficou de fora da final da Copa Sul, mas vai jogar tudo contra o Botafogo, a fim de chegar às semifinais da Copa do Brasil. Sem dúvida, é uma equipe respeitada nacionalmente.

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O ano de 98 não foi nada bom para o Paraná. Primeiro perdeu o Campeonato Paranaense para o Atlético-PR após cinco anos de absoluto domínio; em seguida quase foi rebaixado no Campeonato Brasileiro. Neste ano de 99 o clube reforçou seu elenco, mas os resultados foram adversos. O Paraná foi eliminado da Copa do Brasil pelo modesto Camaçari-BA, ainda na primeira fase e perdeu em casa a final da Copa Sul para o Grêmio. Resta o Campeonato Estadual, mas vai ser difícil. 
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Ser eliminado ainda na segunda fase da Copa do Brasil pelo Guarani, não estava nos planos do Sport para o primeiro semestre de 99. Porém no Campeonato Pernambucano, a equipe está "comendo" a bola: já conquistou o primeiro turno, não perde uma partida válida pelo certame há mais de 40 jogos e continua na liderança, firme, rumo ao tetracampeonato. E ainda tem a Copa Nordeste, onde o Sport mantém as chances de conquistar o título.

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No ano do seu centenário, o Vitória pretendia aproveitar o momento histórico e fazer belas campanhas nos torneios que disputa. Mas nem tudo tem saído como o planejado. Perdeu o primeiro turno do Campeonato Baiano para o rival Bahia; apesar de ter jogado bem na Copa do Brasil, foi eliminado pelo Palmeiras; e na Copa Nordeste vem se arrastando, mas está classificado para a segunda fase. Passando por difíceis problemas financeiros, o Vitória ainda corre o risco de ficar sem sua maior estrela, um dos melhores jogadores em atividade no Brasil, o sérvio Dejan Petkovic. 
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De 95 até o ano passado, o Flamengo gastou "rios" de dinheiro contratando jogadores, visando grandes conquistas. O máximo que conseguiu foi o Campeonato Carioca de 96. Em 99, o Flamengo resolveu montar um time competitivo sem gastar muito. O início não foi muito bom. A equipe esbarrou no São Paulo no Torneio Rio-São Paulo e ficou de fora da competição. Mas, em seguida, com o artilheiro Romário em ótima fase, o Flamengo conquistou o primeiro turno do Campeonato Carioca desbancando o rival Vasco e vai disputar uma vaga para as semifinais da Copa do Brasil contra o poderoso Palmeiras. Aliás, este torneio é o principal objetivo do time neste primeiro semestre. 
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Chegou à Copa prometendo ser a sensação do torneio, principalmente depois de conquistar a Copa da África e de jogar, de igual para igual, com seleções de maior porte como Brasil e França. Mas a derrota na estréia para os próprios franceses por 3x0, abalou a moral do grupo e a equipe afundou ainda na primeira fase, com seus principais jogadores, já sem forças para reverter a situação.

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Os norte-americanos provaram que ainda têm muito o que aprender sobre futebol. O time não mostrou qualquer evolução na forma de jogar e até os jogadores mais experientes, como Lalas e Wynalda, passaram em branco. Depois da razoável campanha na Copa de 94, esperava-se que os yankees desempenhassem um melhor papel.

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A única coisa que o Japão ganhou na Copa de 98 foi experiência. A equipe perdeu todos os três jogos que disputou e ficou em penúltimo na classificação geral. Pelo menos o Japão revelou um bom jogador, Nakata, meio-campista de boa técnica e habilidade. Como vai sediar a próxima Copa, junto com a Coréia do Sul, os japoneses querem montar uma grande equipe e, desta vez, fazer bonito.

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Ao empatar com a forte Espanha, perder de pouco para a poderosa Alemanha e mostrar um preparo físico invejável na Copa de 94, os coreanos deram a impressão que poderiam ser a grande surpresa da Copa de 98. Mas após levarem 3x1 do México e 5x0 da Holanda, concluíram que precisavam de mais do que boa preparação física para derrotar seus adversários na Copa. Além disso mostrou ser um time que comete muitas faltas.

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A Bulgária foi a sensação da Copa de 94 ao derrotar seleções de tradição, como Argentina (2x0) e Alemanha (2x1) e terminar em quarto lugar. Mas em 98, os craques de 94 como Stoichkov e Balakov foram figuras apagadíssimas e a atuação da equipe foi pífia. Ficou a impressão de que o futuro do futebol búlgaro depende de jovens promessas, caso de Hristov e Petkov.

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Dirigida pelo brasileiro Carlos Alberto Parreira, a Seleção Saudita parecia uma caricatura de time de futebol. Nem de longe lembrava a equpe atrevida que em 94, na sua primeira participação em Copas, chegou às oitavas-de-final. O craque Owairan, o "Pelé do Deserto", nada jogou e o técnico Parreira ainda sofreu o vexame de ser demitido com a competição em pleno andamento.

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Desfalcada do ídolo McAllister, a Escócia foi um time defensivo e com um ataque deficiente. Resultado: eliminação na primeira fase. A despedida foi uma vexatória derrota para o também eliminado Marrocos por 3x0.
 

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A Tunísia foi uma das equipes mais fracas da Copa. Na primeira partida foi totalmente dominada pela Inglaterra. Em seguida, mesmo jogando bem, perdeu também para a Colômbia e ficou sem chances de classificação. Cientes de suas próprias limitações, os tunisianos se deram por satisfeitos ao empatarem em 1x1 com a Romênia em seu último jogo.

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Na Copa de 90 ao vencer a Argentina e chegar nas quartas-de-final, a seleção Camaronesa ficou conhecida como "Leões Indomáveis". Na Copa seguinte tomou 6x1 da Rússia e caiu na primeira fase, em 98, o time foi um dos mais indisciplinados e, ainda por cima, foi prejudicado pela arbitragem na partida contra o Chile. Novamente ficou na primeira fase. Mas mesmo que passasse, não iria muito longe, mostrando a decadência de um time que prometia dar muitas alegrias ao futebol africano.

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Outrora um time temido, a Áustria teve uma participação medíocre nesta Copa. Como o termômetro da equipe, o habilidoso meia Herzog, não se encontrava no melhor da sua forma. A Áustria penou para arrancar empates contra Camarões e Chile, mas não resistiu ao melhor futebol dos italianos e se despediu do torneio.

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Participar de uma Copa era a realização do grande sonho dos jamaicanos. E chegar à final contra o Brasil, era um sonho ainda maior. Por ser um time limitado, os Reggae Boys esbarraram no melhor futebol de argentinos e croatas, mas ao vencer o Japão por 2x1, se despediram com satisfação. E prometem mais da próxima vez. De preferência ao som de muito reggae.

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A Colômbia era considerada pelo rei Pelé, a favorita a ganhar a Copa de 94. Afinal, tinha goleado a Argentina por 5x0 em Buenos Aires pelas eliminatórias. Só que na Copa, o time desandou e não passou da primeira fase. Em 98, sem qualquer status de favorita, o time jogou um futebol apático e foi castigada com outra eliminação na primeira fase, perdendo para a Romênia e Inglaterra e vencendo a fraca Tunísia de maneira sofrível.

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Sabendo que suas chances eram mínimas contra Alemanha e Iugoslávia, a missão do Irã na Copa estaria cumprida se derrotasse os norte-americanos. O ódio que o povo iraniano tem pelos EUA é tanto que chamam-os de "Grande Satã". O Irã venceu os Estados Unidos por 2x1 e realizou boas partidas contra alemães e iugoslavos, apesar de sair derrotado, mostrando bons valores, como Bagheri, Azizi e Daei.

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Na partida contra a Holanda, a Bélgica só escapou da derrota graças às defesas do goleiro De Wilde. Diante do México, após estar vencendo por 2x0, cedeu o empate e jogou fora suas chances ao empatar em 1x1 com a fraca Coréia do Sul. Com um time recheado de veteranos, a Bélgica não apresentou um bom futebol e nem a sua estrela maior, Scifo, conseguiu salvá-la da desclassificação.

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Faltou sorte e também uma defesa mais competente para que o time marroquino chegasse às oitavas-de-final. Na estréia, contra a Noruega, o veloz atacante Hadji até marcou um belo gol, porém em duas falhas da zaga, os noruegueses escaparam da derrota. Contra o Brasil, o Marrocos só se preocupou em parar Ronaldo&Cia., abusando do jogo violento. E acabaram castigados: Brasil3x0. Mesmo jogando muito e fazendo 3x0 na Escócia, o Marrocos foi eliminado, pois a Noruega venceu o Brasil e ficou um ponto à frente dos marroquinos. Restou-lhes chorar.

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Sem dúvida, a grande decepção da Copa. A Espanha era considerada por muitos, uma forte candidata ao título pois contava com jogadores de extremo talento, como Luis Enrique, Raul e Guardiola, e consagrados no cenário internacional. Teve tudo para vencer a Nigéria, na estréia, mas em dois vacilos da defesa perdeu por 3x2. A partir daí parece que o time entrou em desespero e não conseguiu superar a retranca paraguaia no jogo seguinte (0x0). Quando partiu para o tudo ou nada, trucidou a Bulgária por 6x1, mas de nada adiantou a exibição de "gala", pois os espanhóis caíram na primeira fase.

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O Chile foi a única equipe que passou às oitavas-de-final sem vencer um jogo sequer, empatando os três jogos da primeira fase. A grande chance de obter uma vitória foi contra a Áustria. Vencendo por 1x0, o Chile cedeu o empate com o tempo regulamentar já esgotado. Com uma "mãozinha" da arbitragem, empatou com Camarões e em seguida pegou o Brasil na outra fase. Desta feita, o Chile não teve como evitar a derrota (4x1), mas o atacante Salas confirmou a fama de artilheiro, anotando quatro gols, transformando-se num dos destaques da Copa.

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Se não fossem as lambanças do zagueiro brasileiro Júnior Baiano no jogo contra seu time, os noruegueses certamente não chegariam às oitavas-de-final. Antes, na estréia, graças às falhas da defesa adversária, empatou em 2x2 com o Marrocos. Depois "suou" para novamente empatar, agora em 1x1, com a Escócia. Ganhou de presente a vitória de 2x1 contra o Brasil. Mas a sorte acabou contra a Itália de Vieri, autor do gol da vitória que mandou os noruegueses mais cedo para casa.

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Se possuísse um atacante goleador, o Paraguai poderia ir mais longe na Copa. A defesa mostrou-se segura, barrando os temíveis atacantes espanhóis e nigerianos. Sem cometer uma falta sequer, o zagueiro Gamarra foi eleito o melhor da competição, juntamente com o seu companheiro, o goleiro Chilavert. Mesmo sendo eliminado pela França, o Paraguai provou ser um time aguerrido e mostrou como superar seus próprios limites.

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O México foi uma das equipes que mais sofreram para passar da primeira fase na Copa. Após vencerem até com certa facilidade, a Coréia do Sul por 3x1, os mexicanos encararam duas pedreiras: a Bélgica e a Holanda. Nos dois jogos, sendo que contra a Holanda o gol do empate veio no último minuto, provando Ter um bom poder de reação. Mas o feitiço virou contra o feiticeiro. No jogo seguinte, o México começou vencendo a Alemanha por 1x0, mas os alemães reagiram e venceram por 2x1, tirando os mexicanos da disputa.

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Após ter provado ser um bom time na Copa de 94 e conquistar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Atlanta em 96, a Nigéria iniciou a Copa de 98 com pinta de candidata ao título. Primeiro, derrotou surpreendentemente a forte Espanha por 3x2 num jogo eletrizante. A seguir venceu a Bulgária por 1x0 e, com o primeiro lugar do grupo já assegurado, se deu ao luxo de perder para o Paraguai por 3x1. O excesso de autoconfiança foi o pecado dos nigerianos. No jogo contra a Dinamarca pelas oitavas-de-final, em menos de quinze minutos já perdiam por 2x0. Completamente envolvida, a Nigéria não conseguiu reagir e perdeu por 4x1, fora o baile dos dinamarqueses. A profecia do rei Pelé, que dizia que uma seleção africana seria campeã mundial ainda neste século, não se concretizou.

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Com seu grande craque, o meia Hagi, em má fase técnica, a Romênia não repetiu em 98 a boa campanha da Copa de 94. Graças a um esporádico lance de genialidade do atacante Ilie, os romenos venceram a partida de estréia contra a Colômbia (1x0) e jogando com muita determinação derrotaram a Inglaterra, na seqüência, por 2x1. Estes dois resultados classificaram a equipe para as oitavas-de-final. Para comemorar o feito, todos os jogadores romenos resolveram pintar o cabelo de amarelo e a partir daí, coincidentemente não ganhariam mais. A Romênia empatou com a Tunísia em 1x1 no último jogo da primeira fase e já nas oitavas perdeu para a novata Croácia, sendo eliminada.

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Banida das competições internacionais durante seis anos, devido às suas guerras internas, a Iugoslávia voltou a disputar uma Copa do Mundo cheia de confiança e prometendo uma marcante participação. Afinal, o time contava com craques de dar inveja a qualquer outra seleção, mas todo este otimismo sumiu no decorrer de seus jogos. Primeiro, ganhou com dificuldade do Irã (1x0), depois empatou com a Alemanha em 2x2 e fechou a primeira fase vencendo os norte-americanos com outro suado 1x0. Nas oitavas-de-final contra a Holanda, veio o azar: o jogo estava empatado em 1x1 e a Iugoslávia tinha um pênalti a seu favor. O badalado atacante Mijatovic cobrou e viu a bola chocar-se contra a travessão. Desespero. No final a Holanda marcou o segundo gol e eliminou os iugoslavos.

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Com um time em boa fase, os ingleses enxergavam muitas chances de ir longe na Copa. Começou vencendo a fraca Tunísia por 2x0, perdeu o segundo jogo para a Romênia por 2x1, mas garantiu a vaga nas oitavas-de-final ao derrotar a Colômbia, de maneira convincente, por 2x0. Nas oitavas realizou um dos melhores confrontos do torneio contra a Argentina, empatando em 2x2. Os ingleses foram eliminados na disputa por pênaltis (4x3) e a torcida culpou o meia Beckham, expulso na partida, pela desclassificação. Por outro lado, colocou no pedestal o jovem Michael Owen, que marcou contra os argentinos um golaço de deixar até o rei Pelé arrepiado e foi eleito a Revelação da Copa.

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Ao eliminarem a Nigéria com categóricos 4x1, os dinamarqueses mostraram sua força na Copa. As grandes virtudes da equipe foram o entrosamento e a coletividade. Prova disso, foi o fato de oito jogadores do time terem marcado gols. Michael Laudrup comandou a Dinamarca como um verdadeiro "maestro", com seus passes e lançamentos precisos. Mesmo sendo eliminada pelo Brasil, a Dinamarca deixou a Copa de cabeça erguida, com a certeza de que fez bonito.

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Da primeira fase a Itália passou até com uma certa facilidade. Na estréia, fez uma partida de bastante equilíbrio com o Chile e empatou em 2x2. Mas em seguida mostrou superioridade, vencendo Camarões (3x0) e Áustria(2x1). Apesar das vitórias, tanto a torcida quanto a imprensa da Itália estava insatisfeita com o técnico Cesare Maldini. Tudo porque ele não colocava para jogar, ao mesmo tempo na equipe, Roberto Baggio e Del Piero, o que certamente dava mais poder ofensivo ao time e mais possibilidades de vencer. Graças à teimosia de Maldini, a Itália foi derrotada na disputa de pênaltis pela França, após o empate de 0x0 e, consequentemente, eliminada do Mundial.

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A Alemanha chegou nas quartas-de-final mais pela sua tradição do que pelo seu futebol apresentado. Sem criatividade, o time dependia quase que exclusivamente dos gols de Klinsman e Bierhoff e, graças a eles, passou por EUA, Irã e México, além da sofrido empate com a Iugoslávia. Ao perder nas quartas-de-final para a Croácia por vexatórios 3x0, a Alemanha não só encerrou sua participação na Copa, como também o ciclo de uma brilhante geração de jogadores que incluem: Matthaus, Hassler e o próprio Klinsman.

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A Argentina chegou a Copa com um time respeitável. Passou pela primeira fase com três vitórias, 1x0 contra o Japão e Croácia e 5x0 na frágil Jamaica. Mas nem tudo era felicidade, pois os jogadores não estavam satisfeitos com o técnico Passarela e seus métodos autocráticos. E a imprensa argentina exigia que o time jogasse ofensivamente, já que contava com os craques Ortega e Batistuta. A Argentina passou pela Inglaterra e encarou a Holanda nas quartas-de-final, num jogo emocionante. A Argentina não teve sorte. Acertou duas bolas na trave e logo depois de perder Ortega, expulso, tomou o segundo gol, sendo eliminada.

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Pela primeira vez participando de uma Copa, a Croácia mostrou um futebol eficiente e objetivo. Na estréia, venceu a Jamaica por 3x1, sem muitos problemas. O jogo seguinte, diante do Japão, foi bem mais difícil, mas os croatas fizeram prevalecer o seu melhor futebol vencendo por 1x0. Ainda na primeira fase, a Croácia perdeu de 1x0 para a Argentina, porém passou às oitavas-de-final, onde eliminou a Romênia. A seguir, fez sua melhor partida ao eliminar a Alemanha por 3x0.Para a glória ser completa, bastaria passar pela França e ir à final. Não deu. Depois de perder de 2x1, a Croácia teve que se contentar com o terceiro lugar obtido com uma vitória sobre a Holanda e com o fato de ter o artilheiro do torneio, Davor Suker, com 6 gols.

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Tudo que a França queria aconteceu nesta Copa. O time passou fácil pela primeira fase com três vitórias. Nas oitavas-de-final, penou para vencer o Paraguai por 1x0, classificou-se contra a Itália vencendo na disputa por pênaltis e chegou à tão sonhada final ao derrotar a Croácia por 2x1. Na partida final a França não deu chances para o Brasil e deu um "chocolate" de 3x0. O sonho francês de, ao sediar uma Copa, pegar o Brasil na final e vencê-lo com sobras estava finalmente realizado.

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Foi uma das melhores equipes da Copa de 98, fazendo os torcedores lembrarem da magnífica equipe de 74. A Holanda nesta Copa começou empatando (0x0) com a Bélgica, mas depois arrasou a Coréia do Sul por 5x0. No jogo seguinte os holandeses empataram com o México e logo em seguida venceram a Iugoslávia pelas oitavas-de-final. Nas quartas-de-final, com um belo gol de Bergkamp no minuto final, a Holanda passou pela Argentina por 2x1. Nas semifinais, empatou em 1x1 com o Brasil e foi desclassificada na disputa de pênaltis. Depois de ser derrotada pela Croácia (2x1), a Holanda terminou a Copa em quarto lugar.

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Graças à qualidade individual de alguns de seus jogadores e toda a sua tradição, o Brasil foi tão longe na Copa. A primeira partida, contra a Escócia, foi um sufoco, mas o time saiu vitorioso (2x1). Contra uma Seleção Marroquina visivelmente nervosa, o Brasil não deu chances e venceu mais uma (3x0). A primeira decepção veio contra a Noruega, em que o Brasil levou de2x1 e ainda ouviu calado as provocações do técnico norueguês Egil Olsen. Depois, só festa: 4x1 no Chile , 3x2 na Dinamarca e já nas semifinais eliminou a Holanda numa sofrida disputa de pênaltis. Na final nada deu certo para a Seleção Brasileira, os jogadores não se encontravam em campo e a derrota por 3x0 para a França, adiou o sonho do pentacampeonato.

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