Definitivamente, Adriane Galisteu não merece tanta bajulação. Desde a época em que era uma das namoradas-troféu de Ayrton Senna, ela só está interessada em dinheiro. Isto ficou claro nas entrevistas, que se alastraram por toda a imprensa depois do comentado fim do seu casamento com Roberto Justus (que, diga-se de passagem, nem arruda segurou). La Galisteu declarou querer ir longe com sua carreira. Nossa torcida é contrária, mesmo sem termos a menor idéia da profissão da garota material.

A imagem de mulher determinada e que "sabe o quer" esconde a enorme falta de ética e escrúpulos de Adriane . Este é o conteúdo por trás da loura, que, antes de estourar, foi uma má cantora e uma modelo de segunda categoria.
Onde falta talento, Galisteu preenche com oportunismo e uma auto-exibição tão constante, que apesar de gerar a situação "ou amada, ou odiada", faz com que todos falem sobre ela. Até nós nos demos o trabalho, por considerá-la um exemplo execrável no panorama cultural brasileiro.

O argumento de que seu sofrimento no passado justifica seu comportamento frio e calculista não nos convence. Imagine se a maioria da população brasileira (que leva uma vida reconhecidamente dura) passasse sobre os outros como um rolo compressor. Portanto, no quesito sensibilidade e humanidade, a alpinista social e artística merece zero, o que nos faz pensar em lavagem cerebral coletiva ao encararmos tanta badalação em torno desta figurinha.

Fonte: www.bsensual.cjb.net



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